É tempo das primeiras análises externas para o Google+, a nova rede social do Google: a Chitika, empresa que lida com análise de tráfego de internet, rastreou um de seus aspectos relevantes.
De acordo com as últimas pesquisas realizadas, traduzidas posteriormente em um gráfico, o Google+ já estaria em uma fase de “queda“.
Aparentemente, de fato, após o pico de interesse manifestado pelo projeto, coincidindo com os dias em que as inscrições para o Google+ se tornaram abertas e não mais mediante convite, tudo teria sido redimensionado, levando o tráfego a níveis semelhantes aos da fase beta anterior.
No fim das contas, embora tenha obtido um grande número de inscrições, o Google+ não teria levado os usuários a usar a ferramenta assiduamente, provavelmente pela falta de uma alternativa realmente válida ao cada vez mais forte Facebook.
Para ser mais exato, essa massiva e decisiva entrada do Google no setor social certamente produziu uma reação no Facebook: muitas novas funcionalidades foram ativadas na rede social azul, algumas das quais chegarão a todos os monitores em breve também no Brasil (por exemplo, a timeline).
E se é verdade que o Google+ apostou muito na gestão da privacidade e na segurança da ferramenta social – enquanto o Facebook pecou várias vezes nesse ponto de vista – aparentemente os usuários continuam a preferir a leveza e a plataforma azul já consolidada em vez de círculos e “+1”.
Há desejo de novidades mais relevantes, portanto, também na opinião dos analistas da Chitika: com a mesma oferta, por que um usuário deveria abandonar um serviço já familiar e dentro do qual ele teceu suas relações sociais 2.0, se a alternativa é uma rede social muito semelhante, mas ainda não tão difundida?
Resta saber se esses dados de tráfego, como podem ser visualizados na foto que acompanha este artigo, serão confirmados ou refutados pela equipe do Google.
Apesar das evidentes diferenças de números, o fantasma do passado social sem sucesso do Google começa a pairar: o Google+, por mais diferente que seja e com uma base considerável de inscritos, parece ir na mesma direção de Buzz e Wave, os outros dois projetos sociais do gigante de Mountain View que não obtiveram aprovação dos usuários.
E o Facebook, com seus 800 milhões de inscritos e em plena fase de grandes mudanças, no momento pode dormir tranquilo.

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