Chromebook Samsung Série 5 não é um milagre: chegam as primeiras avaliações desfavoráveis que indicam resultados abaixo das expectativas de lançamento. Obviamente, o julgamento final é sempre do usuário, que avaliará de acordo com suas necessidades.
I Chromebook, os notebooks do Google que prometiam desempenho excepcional por conta da nuvem, recebem as primeiras avaliações não positivas, feitas por profissionais da área.
Por enquanto, sob a lupa está o Chromebook Samsung Série 5, avaliado por Laptopmag: o veredito indica que há alguma decepção em relação às expectativas, pois a nota atribuída foi de 2,5/5.
A velocidade de inicialização está presente, embora aos 8 segundos necessários para ligar o notebook sejam somados pelo menos mais 6 segundos para conectar-se e poder começar a usar o navegador.
Para configurar o notebook na primeira utilização, são necessários cerca de 2 minutos, no máximo 3, portanto, do ponto de vista do desempenho inicial, tudo está conforme esperado.
O aspecto externo também não sofre críticas, exceto exclusivamente ao touchpad que, embora seja multitouch, não parece muito fluido no movimento do cursor em páginas e telas: a reatividade é baixa, portanto.
Falando em telas, outro ponto delicado está relacionado ao monitor: as cores foram julgadas pelo Laptopmag como pouco vivas e vibrantes.
Ainda na área de vídeo, a webcam não parece estar à altura, o mesmo para o som: o volume é baixo e os graves praticamente ausentes.
A bateria não suporta o uso do PC na visualização de vídeos em tela cheia: a energia, de fato, acaba muito rápido, frustrando a promessa de longa duração da bateria.
Enfim, as primeiras avaliações do Chromebook Samsung Série 5 não são muito animadoras: deixando de lado as necessidades pessoais de uso que podem encontrar fãs num notebook como este, fica uma primeira consideração parcial referente ao preço. 399 euros provavelmente são demais para um notebook que, no momento, se comporta assim, enquanto no mercado estão disponíveis excelentes notebooks pelo mesmo preço.
Claro, estamos apenas no início da nuvem “inserida” em um notebook: o caminho para o futuro é incontestavelmente esse, mas ainda há muito a ser percorrido.

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