Dominar a arte da conversação é uma habilidade, especialmente quando a conversa não é na nossa língua materna.
Ao aprendermos a nossa própria língua, a primeira coisa que fazemos é falar e só depois adquirimos gradualmente competências gramaticais e de escrita. Contudo, ao aprender uma segunda ou terceira língua, não é incomum focarmo-nos na leitura e compreensão em vez da narrativa verbal.
Se falar é a competência linguística mais necessária, faz sentido perguntarmo-nos o que podemos fazer para integrar melhor a prática da conversação nos programas de formação linguística. Umcurso de inglês onlinepode ser a melhor forma de praticar a conversação com um professor experiente ou falante nativo.
Hoje em dia, a necessidade de investir num programa de formação linguística eficaz que inclua a prática da conversação como componente essencial é mais forte do que nunca. Eis quatro razões que justificam a sua importância.
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Aprender fazendo
Ao praticarmos a conversação, assimilamos os conhecimentos adquiridos e integramos uma série de competências cognitivas, pondo-as em prática simultaneamente para produzir comunicação oral. Para todos os efeitos, assim se aprende fazendo.
De acordo com um estudo conduzido por Elise WM Hopman e Maryellen C. MacDonald da Universidade de Wisconsin-Madison, os estudantes de línguas que praticam a conversação aprendem melhor do que aqueles que aprendem através de exercícios de compreensão sem prática oral.
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A conversação é bidirecional
As línguas reais, incluindo, obviamente, oinglês, evoluem rapidamente e também requerem boas capacidades de escuta.
Por esta razão, quando falamos da importância da escuta na aprendizagem de línguas, não nos referimos apenas a fazer exercícios de compreensão oral ou a responder a perguntas de escolha múltipla de um áudio, mas também a escutar o professor e os colegas para demonstrar atenção e compreender a cultura por trás da língua que estamos a aprender.
A escuta não se limita a prestar atenção para responder à pergunta que nos é feita; devemos mostrar interesse e saber colocar, por nossa vez, as perguntas certas. Uma boa capacidade de escuta é uma competência valiosa e a prática oral oferece o ambiente ideal para a desenvolver.
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As relações vêm em primeiro lugar
Quando um aluno dá livre curso à sua curiosidade, a curva de aprendizagem sobe rapidamente. O aluno que nutre alguma estima pelo seu professor e pelos seus colegas beneficia mais da conversação.
Construir uma relação positiva e mostrar interesse pelos nossos interlocutores é uma parte importante da comunicação. A aquisição de competências de conversação está ligada à inteligência emocional e à compreensão, e as pessoas com um QI elevado são particularmente dadas a isso.
A escuta ativa exige empenho e a capacidade de colocar perguntas ao professor também ajuda a melhorar a gramática e a precisão.
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Modelo da “sala de aula invertida”
O modelo da “flipped classroom” está em uso desde os anos 90. É uma forma excelente de envolver mais o aluno, tanto antes como durante a sessão de formação.
A formação tradicional tende a concentrar-se no professor, transformando o aluno num recetor passivo de informação. Frequentemente, os alunos chegam à aula com pouca ou nenhuma ideia sobre o que vão aprender nesse dia.
Neste modelo de ensino, os alunos recebem conteúdo digital antes da aula e depois continuam a trabalhar com o material durante a aula. Este modelo acelera a aprendizagem ao permitir que os alunos trabalhem ao seu próprio ritmo, dando-lhes a oportunidade de escolher o que querem aprender e permitindo-lhes implementar imediatamente o que aprendem.
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