Notícia bombástica no campo das aquisições: Facebook comprou o WhatsApp. Os detalhes são escassos, mas a notícia é oficial.
Poucas linhas e igualmente poucos detalhes para dar ao mundo uma notícia realmente forte e decididamente inesperada: O Facebook adquiriu o Whatsapp.
A notícia é absolutamente oficial, embora escassa e sem grandes explicações; um comunicado de imprensa divulgado na Sala de Imprensa do Facebook anuncia de facto a operação, informando que o montante em causa é de 19 mil milhões de dólares.
De seguida, especifica-se que o Facebook e o Whatsapp continuarão a ser duas realidades totalmente distintas, aparentemente – pelo menos agora nas intenções iniciais – sem mecanismos “híbridos” de união entre as duas plataformas. Em particular, o Facebook Messenger continuará a funcionar normalmente e, portanto, não será “substituído” pelo Facebook.
Facebook volta assim a dar que falar pelo teor sempre muito elevado e surpreendente das suas aquisições: movimentos bem estudados e dirigidos sem muitas hesitações para ambientes sociais e aplicações muito difundidas e bem estabelecidas.
Provavelmente, como exemplo disso, a evidência mais clara nesse sentido é a aquisição do Instagram, um projeto em grande crescimento e, portanto, mais do que apetecível para o colosso das redes sociais. Bem, tudo permaneceu como antes, não houve “interferências” ou inclusões mais agressivas.
No comunicado de imprensa do Facebook, especifica-se também que Jan Koum, co-fundador do Whatsapp e CEO, em virtude desta novidade, passará a fazer parte do conselho de administração do Facebook.
Não se sabe mais nada, mas a notícia, é preciso dizer, é de per si bastante importante.

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