**Vine**, aplicativo para gravar e compartilhar curtos **vídeos no Twitter**, já foi proibido para menores, dado o proliferar de conteúdos explícitos.
Lançado há poucos dias em smartphones de muitos assinantes doTwitter, o aplicativoVinejá conhece suas primeiras modificações nas políticas de uso.
Vine, útil para carregar vídeos no Twitterde forma direta, permite compartilhar vídeos com duração máxima de seis segundos.
A novidade, introduzida diretamente pelo CEO do Twitter, Dick Costolo, porém, escapou rapidamente do controle da equipe da rede social, uma vez que a chegada do Vine nas telas dos smartphones dos assinantes também gerou a publicação de mini-vídeos com conteúdos até demais explícitos.
Ainda não existem filtros ou funcionalidades que possam conter a disseminação de vídeos quentes, portanto, por enquanto, decidiu-se aplicar uma regra restritiva ao acesso ao Vine: a atualização para a versão 1.0.5 proíbe o download do Vine para menores de 17 anos.
Uma medida que provavelmente terá pouca eficácia e que talvez limite muito pouco o compartilhamento de imagens explícitas, até porque se trata de “autodeclarar” que se tem mais de 17 anos para poder prosseguir normalmente.
Outro impedimento é a introdução de funcionalidades que permitem denunciar usuários indesejados ou denunciar conteúdos considerados inapropriados.
Na verdade, além do fato de que no Vine não há filtro, é preciso destacar também que encontrar os vídeos “incriminados” feitos com Vine e depois compartilhados no Twitter é muito fácil: provavelmente este é o verdadeiro ponto fraco do sistema.
Por isso, decidiu-se não dar mais a possibilidade de pesquisar determinadas palavras dentro da rede social baseada em microblogging. No entanto, contornar um limite desses não é nada complicado e, portanto, o fenômeno da disseminação de vídeos com conteúdo explícito no Twitter está longe de ter sido bloqueado.

Seja o primeiro a comentar