Em breve poderá chegar à venda a impressora que apaga a tinta, em vez de imprimi-la nos papéis. É uma solução ecológica proposta por um pesquisador da Universidade de Cambridge.
Para evitar o desperdício de papel e fornecer soluções práticas, na Universidade de Cambridge está sendo desenvolvido o protótipo de uma impressora especial, voltada para a temática green e certamente inovadora.
Está para chegar a impressora que apaga a tinta nas folhas previamente impressas, graças a uma pesquisa realizada por Julian Allwood e oficialmente apresentada mundialmente pela importante publicação “Massachusetts Institute of Technology“.
O sistema lembra – de forma resumida, querendo fazer uma comparação facilmente compreensível – a técnica usada para remover tatuagens da pele: um feixe de laser atinge a folha inserida na “impressora ao contrário” e, identificando as áreas com tinta, elimina as micropartículas de cor deixadas pelo toner, literalmente vaporizando-as.
É uma luz de cor verde – casualmente alinhada com a cor geralmente usada para indicar temáticas ambientais e de ecologia – que age dessa maneira, permitindo assim reciclar folhas já impressas.
Esse processo – que em termos simples funciona exatamente ao contrário de uma impressora normal – pode ser repetido várias vezes, para assegurar uma boa economia real.
Os pesquisadores informam que, no estado atual, o resultado é aceitável e garantido certamente de três a cinco vezes no máximo.
Além desse número de usos do sistema, a própria folha tende a se deteriorar, aparentemente ficando amarelada.
Pouco importa: o efeito economia pareceria garantido assim mesmo.
Certamente se abre uma porta que aponta diretamente para uma economia diária com foco ecológico, que poderia realmente ser útil em escritórios e empresas onde o uso massivo de papel e impressão ainda é presente.
Resta esclarecer o custo que uma impressora que apaga a tinta poderia ter: ainda é cedo para falar de uma comercialização em larga escala, a pesquisa ainda está em andamento.

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