Sony inicia um novo experimento: será possível jogar em streaming com o videogame do momento, sem a necessidade do console.
O futuro da Sony no setor de jogos pode não ser mais voltado para o desenvolvimento de novos consoles de jogos.
Acontece que, a partir de quinta-feira, 31 de julho, a empresa iniciará uma espécie de experimento apenas nos Estados Unidos e no Canadá.
Os jogadores poderão testar um novo sistema de jogos em streaming, sem a necessidade de possuir um console.
Não só não será mais necessário comprar o PlayStation, mas nem mesmo o jogo de seu interesse.
Tudo estará disponível na nuvem e poderá ser utilizado conforme sua preferência, a qualquer hora do dia, de qualquer tipo de dispositivo.
Tudo isso sem perder qualidade e podendo usufruir enquanto se quiser pagar a assinatura do serviço ou o preço necessário para o aluguel do título de referência.
Para iniciar os testes, a novidade estará disponível, naturalmente, no PlayStation 3, PlayStation 4 e no PS Vita. A verdadeira novidade, porém, é que mesmo as TVs da família Bravia da Sony poderão ser usadas desde já para jogar em streaming, sem console conectado.
Tudo passará pela conexão de casa, portanto, esta deverá ser particularmente estável e garantir certa velocidade para não interromper o jogo no auge.
Por mais que o cenário de jogos sem console possa ser bastante realista, considerando essa movimentação da Sony, é preciso dizer que é improvável que os consoles desapareçam completamente, pelo menos não no curto prazo.
Mesmo a simples constatação da cobertura de rede nem sempre otimizada já deveria não induzir os fabricantes a interromper os planos de desenvolvimento de consoles.
Ao invés disso, após experimentar não só o resultado do jogo, mas também o modelo de negócios totalmente novo para este setor, é provável que se avance para uma fase em que se poderá começar livremente uma partida no console, continuando-a no smartphone e terminando-a na TV.
O novo serviço de videogame em streaming da Sony chegará também à Europa e ao Japão, mas não antes de 2015.

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